domingo, 24 de maio de 2009

Fisioterapia


Á poucos anos atrás quando um cão era submetido a uma cirurgia ortopédica, o conselho do veterinário, após este ir para casa, era o de efectuar pouco exercício e mantê-lo calmo. Hoje em dia é comum os donos levarem indicações de certos exercícios que devem efectuar aos seus animais, para mais rapidamente o cão regressar á sua forma física.

Começou-se então por volta dos anos 70, a ser aplicada a fisioterapia em animais de grande porte, mais especificamente nos cavalos, baseava-se numa adaptação aos animais, das técnicas e conhecimentos adquiridos na Medicina Humana.

Contudo, nos últimos anos sofreu um desenvolvimento rápido permitindo o aparecimento de técnicas especificas para pequenos animais, com resultados, em alguns casos, superiores aos obtidos em seres humanos.

É o exemplo da Hidroterapia:

A hidroterapia como o seu nome indica é um tipo de fisioterapia, que utiliza exercícios na água para recuperar ou melhorar a performance de grupos musculares. É crescente o número de profissionais que indicam este tipo de terapia, embora ainda esteja a dar os primeiros passos em Portugal devido aos elevados investimentos em formação pessoal e instalações específicas que requer.



É preconizada em quase todos os problemas em que se procura um condicionamento ou recuperação da musculatura sem o trauma resultante do impacto causado pela corrida na estrutura esquelética. Incluem-se as artroses, patologias da coluna, tratamentos pós-cirúrgicos em ortopedia, e, principalmente, na displasia coxo-femural. Na maior parte desses problemas, a hidroterapia é utilizada conjuntamente com outras terapias, inclusive a medicamentosa, mas a fisioterapia é considerada a melhor opção.

A água é aquecida para permitir o uso nos períodos frio e não comprometer o exercício muscular: Pode ser utilizada desde uma piscina normal até os chamados moinhos de água e esteiras adequadas para cães. Alguns cães com receio da água terão que passar por uma adaptação à mesma de forma a efectuares os exercícios satisfatoriamente e sem stress.

Cadeiras de rodas para cães:
Para os animais cuja recuperação dos quantos traseiros não seja possível existem disponíveis cadeiras de rodas especiais, chamadas k9 carts que lhes permitem dentro da medida do possível ter uma vida o mais próximo do normal.

Estas só se encontram disponíveis no nosso país através da importação e são necessárias adaptações especificas para cada animais. No entanto, tendo em vista cuidados específicos que se deve ter, cada caso deve ser estudado com o veterinário assistente de forma a verificar se será a solução mais adequada.

Visita de Estudo



No nosso projecto desenvolvemos uma visita de estudo com a nossa turma ao Badoca Safari Park.
Decorrente dessa visita tivemos que elaborar um relatório e uma apresentação fotográfica onde apresentamos tudo o que vimos na visita, bem como uma descrição referente á imagem, no caso das fotografias de animais do parque, incluímos também uma breve descrição das suas características e curiosidades.

Exposição






Com o objectivo de apresentar o documentário e todo o nosso projecto, participamos numa exposição durante a semana de Área Projecto. Esta exposição realizou-se na sala de formação, onde também disponibilizamos animais para adopção.















Cartaz


Este foi o cartaz que elaboramos para colocar na nossa exposição, onde colocamos as respostas que elaboramos para as sub-questões que seleccionamos desenvolver no nosso projecto.

cartaz


Este foi o cartaz que elaboramos com apresentação de todos os produtos que desenvolvemos ao longo deste ano lectivo.

Haverá estruturas suficientes para a dimensão do problema do abandono animal?


Como claramente podemos observar com base nos estudos efectuados, não existem estruturas suficientes para a dimensão do problema do abandono animal, porque não há apoio do estado nesse aspecto, nem interesse da comunidade em ajudar e criar entidades correspondentes ao auxilio animal.


Apesar de ultimamente terem sido criadas mais instituições com as atitudes inconscientes da população que têm levado ao aumento do abandono, estas não têm possibilidade de acarretar com os custos que implica cuidar dos animais.


Visto que hoje em dia os animais são pouco privilegiados na nossa sociedade e como o estado considera que a importância do abandono animal é mínima não se esforça por criar suportes de ajuda para fundar instituições.

domingo, 17 de maio de 2009

Será suficiente a divulgação e apoio, a associações que protegem os animais?

Segundo os estudos feitos à comunidade escolar, através dos inquéritos, mais de metade dos alunos, mais precisamente 79%, não conhece nenhum hotel de animais, o que revela a pouca divulgação por parte destas estruturas. Atendendo que a percentagem de pessoas questionadas que conhece hotéis de animais é baixa(11%), o conhecimento de mais que um hotel já é muito bom. Ao questionar quais são os nomes, o mais referido foi o DogSpa, talvez devido à sua proximidade da capital, visto que se localiza em Pechão.
Apenas 14% dos alunos, afirma conhecer uma ou duas instituições de apoio a animais, o que significa que a divulgação é muitíssimo vaga, ou que os inqueridos não se interessam por este assunto. A “Sociedade Protectora dos Animais” e “Amigos dos Animais” são as instituições mais referidas, embora tenham sido apresentadas no total 12associações de apoio a animais, mas conhecidas por poucos, o que significa que mais uma vez a divulgação é fraca, de difícil acesso ou o interesse é pouco por parte dos inqueridos.
A percentagem de indivíduos que conhece algum canil na região do Algarve é apenas de 44%, mais uma vez a informação é pouca, ou de difícil acesso. Os canis mais referidos são “Canil municipal de Loulé”, “S.Francisco de Assis – Loulé” e “Canil municipal de Olhão”, o que mais uma vez revela que o conhecimento é apenas de áreas perto da cidade de Faro.
Em suma, a divulgação de instituições de apoio a animais, de canis e de hotéis, é fraca. A maioria das pessoas não conhece ou conhece apenas um ou dois, no máximo quatro o que é relativamente pouco, para a dimensão de animais no nosso distrito que necessitam da nossa ajuda, de um lar, de carinho.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Cartaz de exposição

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Como produto final vamos realizar uma exposição:
com um lanche;
Animais;
Apresentação de um documentário;
Animais para adpção
e possivelmente demonstração de um treino para cães;

terça-feira, 7 de abril de 2009

Logotipo

O nosso logotipo !

Cartaz


Cartaz realizado com o objectivo de divulgar o nosso projecto e participar num concurso entre escolas !

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Circo com animais: Maus-tratos





Quando um circo está presente na nossa cidade, o normal é ficarmos entusiasmados, com curiosidade de apreciar o espectáculo, ver os palhaços, as acrobacias, os animais que tanto nos fascinam com as habilidades e capacidade de aprendizagem. Á partida não há nada de errado num circo não é verdade?


















Mas vejamos a questão por um lado mais serio, será justo assistirmos a um espectáculo onde se esconde a maldade nela existente? Pois, não é possível domesticar animais selvagens, sem que primeiramente se estabeleça uma relação de medo e dor, ou seja, os animais que tanto nos fascinam num espectáculo são constantemente torturados, presos em jaulas minúsculas sem as mínimas condições, durante o espectáculo ridicularizados, obrigados a estar num local que em nada se iguala ao seu habitat natural.



De onde vem os animais do circo?
Os animais que vemos nos circos, normalmente são animais silvestres, muitas vezes em vias de extinção, capturados apenas com alguns meses de vida após a morte dos seus pais por parte dos homens, outros são comprados nos jardins zoológicos ou até mesmo a outros circos.










Vida em cativeiro


São treinados diariamente para o espectáculo na maioria das vezes com métodos bastante cureis, nomeadamente, com chicotadas, choques eléctricos, objectos pontiagudos, espancamentos com barras de ferro e pedaços de pau, entre outros. Na maioria dos casos são lhes cortados as garras para que não representem tanto perigo para o seu treinador. A violência e o medo fazem parte do dia-a-dia destes animais e são os ingredientes para que a actuação destes aconteça. Como se tudo isto não bastasse ainda são sujeitos a viverem acorrentados ou presos em jaulas minúsculas sem as mínimas condições de higiene.















O Stress e os Distúrbios Comportamentais

A maioria desses animais adquire comportamentos neuróticos por viverem condições referidas anteriormente, nomeadamente a repetição permanente dos mesmos movimentos sem sentido, que indicam que os animais estão já afastados do mundo, de tal modo estão perturbados pela sua escravidão no circo. Outros comportamentos estereotipados, como a auto-mutilação, a coprofagia (comem as próprias fezes), o constante abanar da cabeça, o caminharem incessantemente para a frente e para trás ou de um lado para o outro, entre outros, tomam conta dos animais, que necessariamente cedem à pressão e entram num autêntico estado de loucura.



O Transporte, as Doenças e as Feridas não tratadas

Durante o transporte, os animais viajam em condições equitativamente desumanas, sujeitos a todas as condições climatéricas, expostos ao frio e ao calor, mesmo quando as suas características biológicas colidem absolutamente com estas condições. Muitos animais ficam feridos e com deficiências físicas crónicas resultantes do uso de correntes com que são presos durante muito do seu tempo de reclusão. Outros animais exibem ferimentos que nunca são tratados. Mesmo para os animais que têm direito a ser mantidos em espaços pequenos de recreio, como acontece por vezes com cães, póneis, lamas e camelos, é muito comum que, para viagens do circo de uma localidade para outra que demorem apenas uma hora, os animais estejam fechados nos vagões durante mais de dezasseis horas. Para os animais que nunca têm espaços de recreio, a chegada a uma nova localidade apenas significa que poderão respirar um pouco melhor, pelo facto das suas jaulas/vagão passarem a estar mais abertas (estando fechadas durante as viagens), mas onde continuam a ser mantidos.










Substituir animais por arte é uma tendência mundial e irreversível.
Cada animal utilizado num circo significa um emprego a menos, um artista desempregado, um malabarista no farol das grandes cidades, e um animal escravizado e condenado a viver pelo resto da vida enjaulado, obrigado a desempenhar um papel completamente incompatível com sua natureza.
Ao proibir o uso de animais, surgiram mais oportunidades de empregos para artistas humanos de talento inquestionável, a diversão continua garantida e a sociedade será mais justa, visto que o exemplo dado às crianças será de esforço e superação humana, e não de exploração e pela força. Alguns dos melhores e mais respeitados circos do mundo, como o nacional Circo Spacial e o canadense Cirque du Soleil, não utilizam animais em seus números, e são exemplos de que a verdadeira arte vai muito além da imaginação.


O que fazer para acabar com o circo com animais?

- Não vá a circos que usem animais no espectáculo;

- Sensibilize as pessoas perante os maus-tratos a animais no circo para que estas não assistam a circos com essas características;

- Divulgue os factos das mais variáveis maneiras, como panfletos, cartazes, sites etc.

- Denuncie, chame a polícia e faça um TC (cite o Art. 32 da Lei Federal de Crimes Ambientais 9.605/98) lei que proíbe estes casos. Caso essa lei não exista onde reside, pressione os políticos a promulgá-la. Recolha uma lista de assinaturas em papel com nome, endereço e RG, e entregue-o à Câmara dos Vereadores. (Não custa tentar)

- Fotografe e/ou filme os animais durante o processo de domesticação, nos locais em que ficam alojados, durante e após a apresentação - provas e documentos são fundamentais para combater os maus-tratos a animais nos circos.



AINDA GOSTAM DE CIRCOS COM ANIMAIS?






sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Calendário SOS Animal 2009

‘Feed your Emotions – SOS Animal 2009’, é um calendário solidário cujo valor das vendas vai reverter, na íntegra, para a associação SOS Animal. O valor do calendário é de 9,95€ e nele participaram animais e várias manequins da agência Victim Models. A apresentação terá lugar no dia 16 deste mês, segunda-feira, no Jardim de Inverno do Teatro de São Luiz, em Lisboa.
O calendário estará a venda nas lojas FNAC.
Uma iniciativa que ajudará muitos animais abandonados em Portugal e eles bem merecem, comprem! ;)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Como denunciar maus-tratos a animais?




Os animais também têm os seus direitos assegurados, presentes no artigo 32 da Lei 9605/98 (lei de crimes ambientais):



Praticar um acto de maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena-detenção de três meses a um ano, e multa.”



Portanto, caso veja algum tipo de maus-tratos, não fique indiferente e denuncie!



Faça a diferença! por si! por eles!





Como denunciar maus-tratos a animais?


1- Recolha todas as provas possíveis, como, fotos, vídeos e testemunhas, de seguida dirija-se á esquadra mais próxima e dê conhecimento da ocorrência.

2 - Leve consigo uma cópia do artigo 32 da lei 9605/98 (lei de crimes ambientais). Muitos delegados não conhecem as leis ambientais.
3- Não será você a abrir o processo, será um membro responsável para o cargo na esquadra. O Estado é responsável pela protecção de todos os animais e o responsável pelo processo é o Ministério Público.

4- LEMBRE-SE: todos podem e devem participar este tipo de crime, na esquadra são obrigados a registar a participação! Não precisa de ter receio, nada lhe acontecerá por fazer uma boa acção!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

" Qual a importância do convívio e interacção com animais no quotidiano do ser humano? "



Hoje em dia, todos sabemos que os animais de estimação contribuem para o bem-estar do ser humano, principalmente para idosos e crianças.
Têm-se realizado inúmeros estudos à volta do tema dos animais, e os mais recentes têm demonstrado que existem vários benefícios dos animais de companhia no desenvolvimento psicológico, social e na qualidade de vida das pessoas, como por exemplo verificaram-se níveis de solidão, depressão e ansiedade mais baixos em pessoas que possuíam animais de companhia.
Um dos problemas mais comuns nos dias de hoje é o stress, e a interacção com animais de companhia pode, de facto, contribuir para a redução dos níveis de stress, proporcionando um suporte emocional a muitas pessoas. Acrescenta-se, ainda, o papel de que os animais são facilitadores sociais e de integração de crianças, idoso e pessoas portadoras de deficiência.
Estes são apenas alguns resultados encontrados nas centenas de estudos que já foram realizados por psicólogos, psiquiatras e médicos. Contudo, é importante referir que estes benefícios surgem apenas em pessoas que gostam e estabelecem uma ligação emocional próxima com animais.

Crianças
Há cada vez mais certeza de que a existência de um animal de companhia na vida das crianças proporciona-lhes um desenvolvimento mais harmonioso, quer psicológica, quer socialmente. As crianças que possuem cães ou gatos em casa e que interagem com estes apresentam uma maior descentralização pessoal e um comportamento mais pró social. Para além da facilitação e integração social, a interacção com animais de companhia contribui positivamente para a auto-estima e sentido de responsabilidade.
Os animais de companhia são verdadeiros promotores da qualidade de vida das crianças, uma vez que facilitam a exploração do mundo e ajudam na construção da sua independência. Muitas crianças encaram os seus animais de companhia como parceiros de brincadeiras, aventuras e como os seus fiéis protectores. Esta visão vai mudando com o tempo, passando os animais de companhia a serem os mais íntimos confidentes e fonte de suporte emocional. Independentemente da idade, a maioria das crianças encara os animais como um amigo especial e como membro da família.

Idosos

A solidão e o isolamento social são outros problemas que têm vindo a crescer na nossa sociedade. Basta pensarmos na quantidade de idosos que vivem sozinhos nas cidades e aldeias do nosso país, muitos deles possuem pouco ou nenhum suporte social.
Devido a esses factores muitos idosos em Portugal têm um animal de companhia. Os animais tornam-se fiéis companheiros, dando imensa alegria e um sentido a uma existência que nem sempre é colorida.
A inserção de animais de companhia em lares tem proporcionado oportunidades para os idosos conversarem, recordarem outros tempos, assim como para a sua estimulação sensorial e devido a isso, a qualidade de vida do idoso aumenta, assim como a sua longevidade, indicam assim os estudos.



Concluímos assim, que os animais de companhia proporcionam-nos muitas experiências positivas. Podem ser o nosso apoio quando nos sentimos tristes, mas também partilham a nossa alegria quando estamos contentes. Podem ser os nossos melhores amigos, os nossos “filhos”, uma extensão de nós mesmos (por exemplo, um cão guia ou de assistência, no caso de pessoas portadoras de deficiência) ou membros da família, são também impulsionadores de uma boa educação para as crianças e promovem aos idosos momentos de alegria que tanto lhes faz falta quando a solidão chega aos seus lares, e assim tornam-se camaradas de um ciclo de vida, tudo isso, caracteriza os animais, de amigos fiéis em todas as situações.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Será justo atacar um ser que não se pode defender?

Penso que a resposta é óbvia, comparemos o ser humano, um animal racional e um outro animal irracional.
O ser humano tem uma inteligência fora do normal quando comparada com outros animais designados de irracionais, "atacam" por puro prazer e para seu beneficio, por vezes de uma maneira cruel e desumana! enquanto que os outros animais, atacam por instinto como a luta pela sobrevivência. Quando domesticados e sobre supervisão de um humano, as suas defesas são relativamente insignificantes, o humano maltrata-os e usa-os para seu beneficio, deixando-os indefesos num sofrimento incalculável, sem que eles nada possam fazer para se defender ao até mesmo para que consigam sobreviver.

Entramos assim no campo dos maus-tratos a animais.



Os maus-tratos de animais são práticas muito comuns na história da humanidade e existem até os dias de hoje. Infelizmente é baste comum depararmos-nos com situações evidentes de
maus-tratos contra animais domésticos ou domesticados. Como por exemplo: lojas de animais que os deixam em gaiolas sem quais queres condições de higiene, pessoas que não alimentam os seus animais de estimação e lhes batem cobardemente.


Existem vários tipos de maus-tratos a animais, entre eles:


A luta de galos;
A lutas de cães;
Circos com animais em condições lamentáveis;
Touradas;
Violência;
Abandono;
Lojas de animais com péssimas condições;
Animais usados em testes laboratoriais;
Animais torturados ate lhes tirarem a pele.







MALTRATAR ANIMAIS É CRIME!

DENUNCIE !